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quarta-feira, 11 de maio de 2011

RISE AGAIN

Bom, voltando a velho hábito com o mesmo hálito de sempre, cuspindo algumas coisas pra massa geral que não liga ou pro desafogo do limiar da minha paciência, aqui vou escrever. Por que que válvula de escape é esta que ao término do ponto te deixa em paz ou com mais terror ainda? Eu só não quero ficar no meio roendo os dentes, porque é feio.

Numa visão geral ampla de toda a história que se tem pra contar, existe isso: nada. Ainda. Ou nunca vai existir. A dúvida do futuro é eminentemente complexa e turva. Ainda nem sei que idéia tenho para propor uma leitura legal pra quem vá ler, mas é falar um pouco sobre coisas interessantes e não de mim e nem do que vai rolar. Eu não tenho mais cacoete pra isso. Já tive, hoje não.

Poesias, resenhas, críticas, ilustrações, desenhos, História da Arte, Arte. Um pouco do que já rolada, com um pouco mais de sal. Layout provisório, pra dar uma diferenciada, e quem sabe uma publicidade maior.


Por enquanto é isso.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

MEXICO VS AFRICA DO SUL



CANNABIS SUNGLASSES

segunda-feira, 15 de março de 2010

Walmart demite funcionário por uso medicinal da maconha

Joseph Casias tem câncer de mama (raríssimo) e um tumor inoperável no cérebro. Portador de uma liçenca medica para o uso medicinal da cannabis sativa (maconha), o que é legal em Michigan, ele foi demitido da Walmart Michigan, aonde trabalho pelos últimos cinco anos depois de ter falhado no teste de drogas exercido pela empresa.

Com a recomendação do seu médico, Casias diz que usa legalmente a maconha para aliviar a dor.
''Isso ajuda tremendamente'', diz ele. ''Eu só uso para aliviar a dor. Para me sentir mais confortável e ativo como pessoa''.

Durante cinco anos no Walmart, Casias diz que ele passou a trabalhar todos os dias, determinado a melhorar.

''Eu lhes dei tudo'', diz ele. ''110% a casa dia. Qualquer coisa que me pedisse para fazer, eu fazia. Mais do que ele me pediram para fazer, até. 12 a 14 horas por dia.''.

Mas em Novembro do ano passado, Casias torceu o joelho no trabalho. A maconha foi detectada em seu organismo durante a triagem de drogas de rotina que acompanha os exames de lesões. Casias mostrou aos gestores do Walmart seu cartão que o habilita ao uso da maconha para uso medicinal, porém, foi demitida de qualquer maneira.

Fonte: http://www.boingboing.net/

Esse ato se torna grande clichê que até hoje (sem surpresas) permanece ainda no sistema bolado pelo próprio poder governamental dos estados que permitem o uso da maconha, seja ela para porte ou uso medicinal. De fato, se torna um primeiro passo (de pé direito) para os que defendem a causa a legalização nesses territórios, entretanto ainda há um longo e nefasto caminho para o entendimento de ambas as partes (os que aprovam e os que não) entrem num senso comum. Isso eu digo num núcleo urbano, aonde as pessoas discutiriam isso entre si. Por de trás disso, há a discriminação vinda destas mesmas pessoas só que no plano do mercado. Não culpemos (hipoteticamente) o Walmart pela demissão do Casias. Vamos além. É fácil imaginar uma empresa tendo que lidar com sua imagem, mesmo em um estado onde a maconha é legalizada, pois seu nome percorre além daquelas linhas territoriais. E ainda é mais fácil imaginar que o vínculo seria um absurdo para outras empresas, que poderiam até jogar sujo com esse episódio ou mesmo quem não fosse a favor da maconha numa visão como cliente. Mas são essas pessoas, de qualquer maneira, sendo cliente, funcionário, presidente, que estão por de trás dessas análises e elas parecem fazer delas o que bem entender sem analisar realmente os fatos empíricos. Talvez a resposta para a questão esteja no meio do texto: o capitalismo, o mercado desenfreado e ali no meio dele mais uma mancha suja aonde o ser humano talvez fique em segundo plano.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Faça seu FAKE Google Street View Car.




Como trabalhar pro Google e melhor ainda: dirigindo o Google Street View Car fotografando aquelas fotos em 360º pela cidade? Eis a maneira mais curta para isto:



Aqui na minha cidade, com certeza, aquele tri-pé enorme em cima do carro iria causar bastante dúvida entre os curiosos. Arrisco até dizer que imaginariam ser um canhão, lança-granadas ou menos um projetor de imagens. Ou não.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

terça-feira, 24 de novembro de 2009